terça-feira, 24 de março de 2009


Starfinsh
PHOEPHILA RUFICAUDA
Origem: Austrália
Habitat:

Postura: 4 A 6 Ovos

Informações sobre a espécie:

Características


O Starfinsh (nome popular inglês) ou Diamant à Queue Rouge (nome popular francês) é um gracioso passarinho que vive do Norte ao Nordeste da Austrália, principalmente próximo a rios e riachos e em regiões ricas em paisagens arbustivas. Esse tipo de vegetação é predileta da espécie para a construção de seus ninhos. 

Em estado selvagem, o ninho do Starfinsh costuma ser esférico, e o pássaro gosta de fazê-lo entre os arbustos. No seu habitat ele vive em pequenos grupos, e se alimenta de grãos. Bastante dócil, essa espécie que mede de 10 a 11 cm é muito sociável e pode ser criada facilmente em viveiros. Aliás, no Brasil ele só existe em cativeiro.

Essa ave é dona de uma pelagem lindíssima. Sua cabeça é matizada por um forte vermelho carmesim, "salpicada" por pequenas manchas brancas até a altura da garganta, próximo às asas. Seu corpo é verde-oliva, e a cauda de um vinho "sóbrio e charmoso". A parte de trás das asas é verde acinzentado, e o bico, vermelho.

O Starfinsh é um passarinho calmo e meigo. Tranqüilo, é ideal para pessoas que tenham o mesmo temperamento. Canta baixo e não é dos mais barulhentos.

O Starfinsh não é exigente nem chato, vivendo bem numa gaiola pequena. Não se esqueça, porém, de dispensar-lhe o mínimo de condições de higiene. 

Limpe com uma escova as grades, poleiros e o fundo da gaiola, lembrando-se também de forrá-lo com papel. Água fresquinha para beber e para os banhos gostosos (em vasilhas distintas) também são indispensáveis.



Alimentação


Sementes: Painço, Alpiste, Senha, verduras ou ainda uma iguaria que você mesmo pode preparar, a farinhada (feita com gema de ovo cozido, farinha de milho, farinha de rosca e farinha de cereais).



Reprodução


Identificação: A fêmea é um pouco menor do que o macho, e ainda apresenta a mancha vermelha da cabeça também em proporção menor.

Postura e Nascimento: A exemplo de outros pássaros da mesma família, o Starfinsh não é muito dado às funções de "administrar sua prole". São raríssimos os casos em que a fêmea chega a chocar seus ovos. Na maioria das vezes, entra em cena o Manon (Lonchura spp), famoso pela suas qualidades de perfeito pai adotivo.

O Starfinsh põe 1 ovo por dia, durante 4 a 6 dias, num ciclo que tem um intervalo de 15 dias, por todo tempo de acasalamento, que dura aproximadamente 6 meses. Assim, retire os ovos do ninho do Starfinsh à medida em que forem sendo postos, e resrve-os em uma caixinha propriada. No quarto dia da postura, coloque 4 ovos no ninho do Manon. A eclosão dos seus ovinhos se dá aos 13 dias. No 20º dia você poderá ver os filhotinhos recobertos de plumagem.




sábado, 21 de março de 2009


Bicolor
ERYTHRURA PSITTACEA
Origem: AUSTRáLIA
Habitat:

Postura: 3 A 5 Ovos

Informações sobre a espécie:

Características


De uma forma geral são aves pacíficas não causando problemas num aviário com outras espécies. Ave bastante robusta e enérgica voa por todo o viveiro com grande rapidez. 

Aproximadamente 12 a 13 cm. Aves que se reproduzem em colónia assim como aos casais de preferência em local com temperatura constante com tendência para o calor, embora resistentes as crias são muito sensíveis ao frio podendo morrer. Ave que se adapta 






Reprodução


Identificação: As fêmeas possuem uma coloração mais pálida na mascara assim como no corpo embora esta última não tão evidente, não tem penas vermelhas sob a cauda e a máscara é mais pequena que a do macho, normalmente a máscara do macho ultrapassa o olho para trás da cabeça.

Postura e Nascimento: A fêmea normalmente coloca de 3 a 5 ovos seguidos, de onde as crias nascem ao fim de 13 ou 14 dias de incubação


Tecelão
PLOCEUS MELANOCEPHALUS
Origem: Europa
Habitat: Desconhecido

Postura:Desconhecido

Informações sobre a espécie:

A História


O tecelão-de-cabeça-preta (Ploceus melanocephalus) é uma ave da família Passeridae. O macho caracteriza-se pela plumagem amarela, que contrasta com a cabeça preta.

Esta ave distribui-se pelo continente africano. Em Portugal foi introduzida como ave de gaiola, tendo posteriormente estabelecido populações em estado selvagem, geralmente em zonas húmidas com abundante vegetação palustre.

Fonte: Wikipedia - PT

 



Características


 

Ninho de Tecelão (Ploceus melanocephalus) Barroca d'Alva - Portugal Foto de Nuno Barreto

Bavete
POEPHILA ACUTICAUDA
Origem: Austrália
Habitat: CAMPOS

Postura: 3 A 7 Ovos

Informações sobre a espécie:

A História


O Bavete foi descoberto pelo inglês naturalista e ornitólogo John Gould no ano de 1839.

Características


Há três espécies de Bavetes. Todas apresentam subespécies, originadas por mudanças devido à influência geográfica. Há também mutações nas quais a única diferença ocorre na coloração.

CAUDA LONGA

ORIGINAL (Poephila acuticauda). Conhecido como Long-tailed Grassfinch e Shaft-tail Finch. É o mais tranqüilo dos três. Tem o rabo mais comprido, formado por dois filetes de penas - Bico: Amarelo. Babadouro: Preto. Olhos:Pretos. Demais cores: Preto nos loros e cauda. Cinza no topo da cabeça e nuca. Marrom nas costas e asas. Fulvo-rosado no manto e partes inferiores. Branco no abdômen, na região central da cauda e sob a cauda.

SUBESPÉCIE

Hecki Grassfinch (Poephila acuticauda hecki). Muito popular - Bico: Vermelho. Babadouro: Preto. Olhos: Pretos . Demais cores: tons mais intensos que os do Cauda Longa.

MUTAÇÕES

Canela - Bico: Vermelho claro. Babadouro: Marrom-café. Olhos: Canela. Demais cores: bege-claro no corpo. Marrom-café nas marcações

Cores derivadas da mutação canela: 
Isabel - Bico: Vermelho claro. Babadouro: Marrom-café (diluição parcial) ou Marrom-conhaque (diluição total). Olhos: Canela-avermelhados. Demais cores: Bege-claro no corpo. Marrom-café nas marcações (diluição parcial) ou marrom-conhaque (diluição total).
Branca - Bico: Vermelho. Babadouro: bege-claro. Olhos: Canela-avermelhados. Demais cores: corpo esbranquiçado. Marcações bege-claras.
Albina - Bico: Vermelho. Babadouro: não visível. Olhos: vermelhos. Demais cores corpo totalmente branco.

CAUDA CURTA


ORIGINAL
 
(Poephila cincta). Conhecido como Black-throated Finch e Parson Finch - Bico:Preto. Babadouro: Preto. Olhos: Pretos. Demais cores: Preto na garganta, faixas dos flancos, loros, rabo e traseira. Cinza na cabeça e nuca. Cinza-claro na fronte, região dos ouvidos e bochechas. Marrom-claro atrás do pescoço, costas e parte inferior. Branco no abdômen, nas penas que cobrem a cauda e por baixo dela. 

SUBESPÉCIES


Diggles Finch (Poephila cincta atropy-gialis) - Bico: Preto. Babadouro: Preto. Olhos: Pretos. 
Demais cores: iguais ao Cauda Curta, exceto pelas penas que cobrem a cauda, que são pretas.
Dark Diggles (Poephila cincta nigrotecta) - Bico: Preto. Babadouro: Preto. Olhos: Pretos.
Demais cores: cores do corpo mais escuras. Tem pretas as penas que cobrem a cauda.
Parson Light (Poephila cincta vinotinctus) - Bico: Preto. Babadouro: Preto. Olhos: Pretos. 
Demais cores: de coloração mais clara de todos. As penas que cobrem a cauda são brancas.

MUTAÇÃO

Canela - Bico: Marrom. Babadouro: Marrom-café. Olhos: Canela. Demais cores: Corpo branco com marcações marrom-café.

Cor derivada da mutação canela: 
Branco - Bico: Marrom. Babadouro: Marrom-claro. Olhos: Canela-avermelhado. Demais cores: corpo branco com marcações marrom-claros.

MASCARADO

ORIGINAL 
(Poephila personata) Chamado de Masquê ou Masked Finch, em vez de babadouro tem uma máscara. É o mais agitado e de reprodução menos fácil. Sua postura é menor e irregular e a identificação do macho mais difícil - Bico:Amarelo. Máscara: Preta. Olhos: Pretos. Demais cores: Preto nas laterais da fronte, loros, extremidade do queixo e no rabo. Canela na área qual vai da fronte à parte superior da traseira e nas asas. Branco no abdômen, na parte inferior da traseira e nas penas sobre e sob a cauda. 

SUBESPÉCIE

White-Eared Grassfinch (Poephila personata leucotis) - Bico: Amarelo. Máscara: Preta. Olhos: Pretos. Demais cores: A única diferença do Mascarado é uma faixa branca na região dos ouvidos, abaixo dos olhos.
Babadouro = marcação que pega a região do queixo, garganta e parte superior do peito.
Loro = faixa lateral que une o bico aos olhos.


Alimentação


Os bavetes devem ter uma alimentação que inclua uma mistura de sementes para aves tropicais de pequeno porte. Durante a época de gestação, as aves também necessitam de alimento à base de ovos, sementes de ervas, sementes semimaduras e pequenos alimentos vivos. Dê-lhes sempre quantidades mínimas de alimentos verdes e de frutos, pois podem contrair rapidamente problemas digestivos. Estas aves devem sempre dispor de areia em quantidades suficientes, para que possam satisfazer as suas necessidades digestivas.

Reprodução


Os Bavetes vivem em grandes bandos no ambiente natural, porem em cativeiro podem se mostrar agrecivos se estiverem em muitos em um mesmo viveiro. Vivem pacificamente com outras espécies, desde que não pertençam à mesma linha de parentesco, como por exemplo, o bavete pescoço preto e o bavete mascarado. Preferencialmente, estas aves devem ser mantidas juntamente com outras ligeiramente maiores do que elas.

Calafate
LONCHURA (PADDA) ORYZIVORA
Origem: INDONÉSIA
Habitat: ILHAS DE BALI E JAVA

Postura: 4 A 10 Ovos

Informações sobre a espécie:

A História


O Calafate é originário das da ilhas indonésias como Java, Sumatra e Bornéo, costumam voar em bandos e são vistos como uma praga nas plantações de arroz. Seu nome científico significa "comedor de arroz". É chamado também de Pardal de Java ou Pada. O nome popular Calafate vem dos calfat, como eram chamados os marinheiros encarregados de vedar as juntas das embarcações, na função de calafetar o navio, normalmente com estopa para impedir a passagem de ar ou água. 

À sua semelhança, o Calafate faz seu ninho como se fosse uma bola oca e o fecha bem, de forma que sobre apenas uma pequena abertura para entrada de forma que a luz não se infiltre muito.

A Indonésia e suas ilhas pertenciam, desde o século 17, à Holanda, cujos marinheiros espalharam o Calafate pelo mundo. Na trilha de difusão da espécie começaram por Zanzibar, Ilhas Maurício, Santa Helena e continuaram pela Índia, Malásia e parte da China. Só em 1890 chegaram  à Europa, e na Suíça sua primeira criação amadora bem-sucedida foi realizada.

No Brasil, o Calafate está há mais de 40 anos. Vive e se desenvolve muito bem já que é uma ave de clima quente. Chegou aqui através de criadores brasileiros que foram buscá-lo na Europa e de marinheiros orientais que aportavam trazendo exemplares na bagagem.



Comportamento


Estas aves adaptam-se perfeitamente à vida num aviário misto. É possível adquirir casais destas aves, mas é aconselhável juntá-las em pequenos grupos. 

Desde que exista espaço suficiente para todas as aves, não deve haver problemas. De um modo geral, não importunam outras espécies.

Rosella
PLATYCERCUS
Origem: Austrália
Habitat: FLORESTAS E BOSQUES

Postura: 4 A 8 Ovos

Informações sobre a espécie:

A História


A lenda diz que foram os primeiros colonos que encontraram a Rosella Oriental na Colina de Rosa, agora, subúrbio de Sydney – Austrália. Eles então chamaram-na de “Rosa Hiller” que eventualmente passou a se chamar “Rosella”

Uma segunda história conta que o nome é derivado de “Rosetta”, primeiro nome da esposa de George Fife Angas, um colono na Austrália, mas ele esqueceu de cruzar os T’s dele (deixando parecer com L’s), consequentemente “Rosella”



Características


Uma rosella é uma de 5 entre 8 espécies de papagaios australianos coloridos do gênero Platycercus. Platycercus quer dizer "largo - " ou "rabo avantajado", refletindo uma característica comum às rosellas e outros membros da subfamília de papagaio de rabo largo. 

Rosellas são nativos da Austrália e de algumas ilhas próximas onde habitam em florestas, bosques, terras agrícolas, parques suburbanos e jardins. Eles são limitados às montanhas litorais e planícies e estão ausente de áreas remotas ou áridas. Populações introduzidas também se estabeleceram na Nova Zelândia e Ilha de Norfolk.
As Rosellas variam em tamanho de 25 a 38 cm.
Por causa da plumagem notavelmente colorida, várias espécies são amplamente mantidas como "pets".



Alimentação


A dieta desses pássaros consiste principalmente em sementes e fruta.


Mandarim
POEPHILA (TAENIOPYGIA)
Origem: Austrália
Habitat: ILHAS DA INDONéSIA E BALI

Postura: 4 A 10 Ovos

Informações sobre a espécie:

Características


Tamanho: 9 a 12 cm
Cores & variedades: O mais comum é o Cinza ou Zebra (corpo cinza-amarronzado com branco, listras negras na cauda e, só no macho, listras pretas e brancas na garganta, marcações alaranjadas nos lados da face e pintinhas brancas nos flancos); o Canela, Prateado, Ágata (Canela com bordas das penas grandes em branco), Mascarado (bege bem claro), Dorso Pálido (Cinza-claro), o Branco e o Albino (olhos vermelhos). 

Exemplos de mutações: com topete e bico amarelo (o original é vermelho), Cinza de Bochechas Negras ( o mais raro); Peito Negro; Peito Laranja; Bochecha Castanha; Pheo (creme claro com ponta das penas em tom mais forte), Creme; Pingüim (capa preta com o corpo branco ou prateada com branco etc) etc.


Alimentação


Ofereça painço, alpiste, verduras (exceto alface), sendo as preferidas almeirão, couve, escarola e espinafre (colocar uma folha entrelaçada na grade); farinhada. Hoje em dia é muito comum se encontrar misturas próprias para esse tipo de pássaro, você encontra essa mistura em casas agropecuárias, Pet Shop, ou supermercados. 

Suplementação: 

Manter sempre na gaiola para cada pássaro um recipiente com areia branca própria para pássaros, osso de siba ou cálcio bloc.

Comportamento


Sociável mas pode intmidar aves mais pequenas. tem tendência a monopolizar os ninhos existentes no viveiro.

Confinamento


Sempre com malha fina. Gaiola de metal, ideal para até 1 casal e seus filhotes - 40cm de altura x 60 de comprimento x 30 de profundidade. Gaiola criadeira de metal para até 30 filhotes com 12 dias até 18 meses, quando começam a acasalar - 35cm altura x 1,40 de comprimento x 60 de profundidade. Viveiro para até 40 casais com armação de ferro, os 4 lados fechados e teto todo coberto com telhas de barro e algumas de vidro, com 2 m de largura x 2 de comprimento e com maior número de ninhos do que de casais para não haver disputa. Poleiros de várias espessuras para exercitar os dedos.

Reprodução


Começa aos 9 meses. 

Identifica-se facilmente o macho da fêmea no Mandarim Cinza nas outras variedades é melhor observar - só o macho canta e o vermelho do bico da fêmea é mais pálido. Põe de 4 a 6 ovos que eclodem em cerca de 12 dias. Após cerca de 2 semanas já se alimentam sozinhos e aos 18 dias começam a voar. Os jovens são identificados pelo bico marrom-escuro quase negro. 

Ninho externo de caixa de madeira ou cestinha de vime de cerca de 14 cm de altura e 12 de diâmetro (colocada inclinada a 50 graus, para não cair os ovos, e amarrada nas grades da gaiola com arame). Material: capins em geral, sendo preferível o Barba de Bode e a Grama Japonesa. Colocar no fundo da gaiola para o pássaro pegar.